Esse capítulo foi bastante especial para eu escrever, e muito difícil porque há uma cena na qual eu fiquei na dúvida se eu colocava ou não, por conta dos meus leitores lindos que não gostam muito de ver o nosso Uchiha mais novo com outro par "romântico" — na verdade, nem eu gosto. Na história ele não é alguém que gosta de relacionamento — ele não consegue confiar em ninguém após a partida da esposa, mas não quer dizer que não procure uma pessoa para suprir seus desejos, se é que me entendem. Fiquei tentada em escolher essa cena como prévia, mas no fim, decidi escolher uma bem divertida de Itachi e Sasuke.
Eu amo esses irmãos!
Então vamos lá!
— Ela é bonita?
— Itachi, por favor! – Revirou os olhos.
— Não respondeu, então quer dizer que é! – Exclamou, fazendo o pai rir. – Confessa, irmãozinho.
— Por que quer saber? – Bufou.
— Ainda estou surpreso pelos gêmeos terem confiado nela.
Os irmãos olharam para o pai.
— Eles nunca se aproximaram de estranhos, nunca se deram bem com nenhuma das babás, viviam reclamando das mulheres do condomínio onde moram...
— E incrivelmente pedem para que a mulher completamente estranha os leve a minha empresa. – Completou, já sabendo o final da frase de seu pai. – É, eu também me surpreendi, principalmente quando Mayu comentou durante o caminho para casa como ela era bondosa e bonita.
— E Daisuke?
— Ele não ficou fascinado como a irmã, mas ele agradeceu a ela quando ela se despediu.
— Tem certeza de que não trocaram seus filhos no meio do caminho?
O outro revirou os olhos ouvindo o irmão rir.
— Eu não sei se é uma boa contratá-la.
— Por que? – O pai pergunta.
— Porque ela é da família da Hinata. Se os gêmeos fizerem algo a ela, vai dar ruim. Não quero me indispor com os Hyuuga, muito menos com os meus amigos por conta dela.
— Sasuke, você deve pensar que finalmente pode ter encontrado alguém em quem confiar, alguém que estará em sua casa afim de cuidar dos gêmeos e não dar em cima de você.
E o outro não pode deixar de concordar com Uchiha Fugaku.
— Além disso, Mayu gostou da Haruno, e ela sabe manipular o irmão com maestria.
E novamente ele não pode deixar de concordar, dessa vez, com o irmão.
— Você tem a chance de parar de se preocupar tanto com o que estará acontecendo com as crianças enquanto estiver na empresa. Além disso, você mesmo não disse que viu o currículo dela?
— Ela era perfeita para o cargo, mas já havia contrato alguém. – Conta. – O senhor acha mesmo que eu devo contratá-la?
— Sim.
— E por favor, invista.
— Cala a boca, Itachi!
O pai riu, se divertindo com os filhos.


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