A Babá Perfeita [Atualização]

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Para quem estava esperando...

É exatamente isso que estão pensando.

Finalmente eu finalizei o capítulo, falta apenas betar.

Mas, só conseguirei fazer isso na quarta-feira a noite. 

Por esse motivo, a atualização fica para quinta-feira.

Alguém ansioso aí?

Só não vão ter insônia por isso, hein.

Já basta eu. 

Ainda que eu nem mesmo saiba o motivo.

Bom, enquanto isso, fiquem com uma palinha do capítulo que está por vir:



— Eu me lembrei de algumas coisas. – Gesticulou. – Eu... nem sabia que havia essas lembranças em minha mente, sabe.  

— Lembranças... de seus pais? 

— Eles brigavam. Muito. Haviam gritos, e choro, e... por algum motivo eu só vim me lembrar disso quando sua mãe contou que conheceu minha mãe, que elas eram amigas e que depois do casamento... – Uma pausa enquanto abaixava o olhar, lembrando-se. – Ela fingia um sorriso para mim no dia seguinte. Íamos visitar a tia Hanna. Eu não via meu pai o restante do dia. – Subiu o olhar, fitando-o. – Ela não era feliz. – Bagunçou os cabelos. – E eu não percebi nada. 

— Você era uma criança. 

Os olhos dela lacrimejaram. 

— Minha mãe esteve em um relacionamento abusivo. – Doía só de pensar. – E continuou nele, por mim, e apenas por mim. 

— Ainda não sabemos se era realmente isso. Casais brigam, discutem.  

Ela respirou fundo. 

— Talvez outro motivo fez ela se afastar dos amigos. 

— Qual? – Sua voz embargou. – Eu tentei pensar... em todos. E tudo indica que era exatamente isso. Meu pai... não era o homem que eu acreditava ser. Ele sempre foi inescrupuloso, machista, uma pessoa cruel. Ele não amava minha mãe de verdade. É isso? Não é? 

Sasuke levou a mão até o rosto da rosada, limpando uma das lágrimas que caíam por seu rosto, sentindo seu coração apertar por vê-la daquele jeito. 

— Ele nunca sofreu por ela de verdade. É isso? – Outra lágrima desceu. – Então... se isso for verdade... quer dizer que ele conhecia aquela megera desde o começo. Ela era sua amante desde o começo.  

— Sakura, não faça isso.  

Ela mordeu o lábio enquanto balançava a cabeça; ela tentava não soluçar como desejava, ou chorar dolorosamente como desejava.









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